Nova produção do estúdio Mappa, "Chainsaw Man" promete dobradinha de anime no topo das bilheterias
O ano de 2025 marcou uma virada histórica para os animes japoneses, que romperam barreiras e reafirmaram seu status na indústria do entretenimento, superando bilheterias de grandes produções americanas. Após o estrondoso sucesso de “Demon Slayer: O Castelo Infinito”, que superou produções hollywoodianas como “O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos” e “Tron: Ares”, é a vez de “Chainsaw Man – O Filme: Arco de Reze” assumir o protagonismo e repetir o fenômeno de bilheteria.
Enquanto o aguardado desfecho de “Demon Slayer” será dividido em três partes, encerrando de forma épica a batalha entre os caçadores de onis e Muzan Kibutsuji, o novo longa de “Chainsaw Man” surge para elevar ainda mais as expectativas dos fãs. A produção promete unir um dos arcos mais emocionantes da série ao maior desafio pessoal de Denji, o protagonista, aumentando a ansiedade do público para os próximos capítulos da história.
Ambientado em um universo onde humanos e demônios coexistem, o enredo acompanha Denji, um jovem que herdou as dívidas do pai e sobrevive realizando trabalhos como caçador de demônios ao lado de Pochita, o demônio da motosserra. Traído por seus empregadores, Denji é brutalmente ferido e fica à beira da morte, até que Pochita se sacrifica para salvar sua vida, tornando-se o coração do garoto e concedendo-lhe poderes sobrenaturais.
Baseado no mangá de Tatsuki Fujimoto, o longa “Chainsaw Man – O Filme: Arco de Reze” adapta um dos capítulos mais emocionantes da obra. Apesar da vida marcada pela dor e pela pobreza, Denji encontra em Reze uma chance de experimentar o amor — sem imaginar as reviravoltas que se desenrolariam após esse encontro.
O filme chegou oficialmente aos cinemas brasileiros em 23 de outubro, demonstrando ao mundo que os animes vieram para ficar.
Apreciador de boas histórias, filmes e games. Repórter no portal Gazeta Culturismo.
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