Boletins ambientais indicam risco ao banho de mar em trechos monitorados dos dois estados
O litoral do Rio de Janeiro e de São Paulo registrou diversos trechos de praias impróprias para banho. O levantamentos divulgados por órgãos ambientais estaduais apontam riscos à saúde dos banhistas, principalmente após períodos de chuva e em áreas próximas a saídas de esgoto e canais pluviais.
No Rio de Janeiro, o boletim mais recente do Instituto Estadual do Ambiente (INEA) indica 22 trechos inadequados para o banho de mar. Outras 19 praias seguem liberadas, concentradas em sua maioria nas zonas Sul e Oeste da capital fluminense.
Em São Paulo, dados da Companhia Ambiental do Estado (Cetesb) mostram 23 praias impróprias ao longo dos litorais Norte e Sul. Ao todo, 175 praias são monitoradas regularmente no estado, com atualização semanal da balneabilidade.
Na zona Sul do Rio, os pontos considerados impróprios incluem praias tradicionais como Botafogo, Glória e um trecho do Flamengo, na foz do rio Carioca. A avaliação leva em conta análises da qualidade da água realizadas periodicamente.
Na Ilha do Governador, na zona Norte, apenas a praia da Ribeira apresenta condições adequadas. As demais praias da região, como Galeão, Jardim Guanabara, Pitangueiras e Engenhoca, foram classificadas como impróprias.
Também há restrições em Paquetá, onde Ribeira, Coqueiros e José Bonifácio não são recomendadas para banho. Em Sepetiba, um trecho da praia principal e áreas como Recôncavo e Cardo seguem com alerta, enquanto outros pontos permanecem liberados.
Em São Paulo, a Baixada Santista aparece com maior número de praias impróprias. Cidades como Santos e Praia Grande somam juntas 10 trechos com qualidade da água inadequada para banho.
No litoral Norte, trechos de praias de Ubatuba, São Sebastião, Caraguatatuba e Ilhabela entram na lista, incluindo Itaguá, São Francisco, Indaiá e Itaquanduba. Já no litoral Sul, há registros em Guarujá, Santos, Praia Grande, Itanhaém, São Vicente e Peruíbe.
Os órgãos ambientais orientam que o banho de mar seja evitado até 24 horas após chuvas intensas. O contato com a água próximo a galerias pluviais, canais de drenagem e desembocaduras de rios também deve ser evitado.
Antes de ir à praia, a recomendação é consultar os boletins atualizados de balneabilidade. A medida reduz riscos à saúde e ajuda banhistas a escolherem locais com condições adequadas para lazer.
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Jornalista e pós-graduando em Marketing, apaixonado por comunicação e pela criação de conteúdo geek. Entusiasta de cultura, viagens e esportes, busca transformar informação e experiência em conteúdos claros, acessíveis e que realmente facilitem a vida das pessoas.
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