Título une sobrevivência, mundo aberto e automação industrial enquanto fãs discutem semelhanças com franquias famosas
O Nintendo Switch pode ganhar em breve um jogo que já desperta curiosidade na comunidade gamer, com a “mistura” de Pokémon e Zelda. Anunciado pelas desenvolvedoras Networkgo e PocketGame, “Pickmon” aposta em uma mistura de sobrevivência, exploração e captura de criaturas em um vasto mundo aberto. O projeto também está previsto para PC e PlayStation, mas ainda não possui data oficial de lançamento.
A proposta apresenta um universo repleto de criaturas chamadas Pickmon, que podem ser capturadas pelos jogadores com o uso de cartas especiais. Depois de capturadas, elas participam de batalhas e ajudam em diversas atividades durante a jornada. O jogo promete combinar elementos de aventura, estratégia e gerenciamento em uma experiência que busca oferecer múltiplas formas de progressão.
Ambientado em um continente misterioso e pouco explorado, o jogo leva o jogador a investigar ruínas de civilizações antigas enquanto enfrenta desafios naturais e criaturas fantásticas. A exploração acontece em um cenário amplo, com regiões variadas e obstáculos que exigem habilidades específicas das criaturas capturadas.

A estrutura do jogo “Pickmon” aposta em um sistema amplo de sobrevivência. Os jogadores precisam coletar recursos, cultivar alimentos e criar estruturas que garantam o avanço dentro do mapa. Entre as atividades disponíveis estão agricultura, criação de fazendas e construção de fábricas capazes de produzir equipamentos e armamentos.
Dentro das bases, os Pickmon deixam de atuar apenas como aliados de combate. As criaturas também podem executar tarefas de produção e ajudar na automação de processos industriais. Essa mecânica permite transformar pequenos acampamentos em complexos produtivos completos ao longo da progressão da campanha.
O mapa do jogo apresenta uma grande variedade de ambientes naturais. Durante a jornada, os jogadores podem atravessar pradarias, selvas densas, regiões geladas, desertos, vales e áreas vulcânicas. Cada bioma apresenta desafios próprios e criaturas com habilidades diferentes, que se tornam essenciais para avançar em determinadas áreas.
O sistema de exploração também inclui mecânicas modernas de movimentação. Personagens podem escalar montanhas, utilizar planadores para atravessar grandes distâncias e explorar o cenário de forma vertical. A direção artística de “Pickmon” utiliza cel-shading, estilo visual que lembra animações e se tornou popular em vários jogos de aventura recentes.
O componente online aparece como um dos principais pilares da experiência. “Pickmon” pretende oferecer modos cooperativos, permitindo que amigos construam bases e desenvolvam grandes estruturas industriais em conjunto. O sistema multiplayer também inclui confrontos entre jogadores, com disputas por territórios e recursos espalhados pelo mapa.
Com essas possibilidades, a proposta busca unir exploração, estratégia e cooperação em sessões online que podem reunir vários participantes no mesmo mundo.
Apesar do entusiasmo inicial, o anúncio do jogo também gerou debates nas redes sociais e fóruns especializados. Parte da comunidade apontou semelhanças visuais entre algumas criaturas do jogo e personagens conhecidos de franquias populares de captura de monstros.
Comparações com títulos recentes de mundo aberto também surgiram, principalmente em relação ao estilo visual e às mecânicas de exploração. Mesmo assim, o interesse pelo projeto segue crescendo entre jogadores que acompanham novidades do gênero.
Atualmente, “Pickmon” já pode ser adicionado à lista de desejos no Steam. Enquanto isso, as desenvolvedoras continuam trabalhando no projeto e prometem revelar novas informações sobre o jogo nos próximos meses.
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Jornalista pós-graduada em Comunicação Organizacional e especialista em Cultura, Arte e Entretenimento. Com ampla experiência em assessoria de imprensa para eventos, também compôs redações de vários veículos de comunicação. Já atuou como agente de viagens e agora se aventura no cinema como roteirista de animação.
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