Tecnologia que soma: recursos que elevam a experiência na cirurgia de prótese de mama

Fio farpado, funil e cola cirúrgica são aliados no refinamento técnico, segurança e conforto pós-operatório

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  • . atualizado em 06/06/2025 às 08:52
Veja como a tecnologia elevam a experiência na cirurgia de prótese de mama (Foto: Canva)

Você já ouviu falar na técnica do “sutiã interno”? Muito procurada por quem deseja um colo mais alto e firme, ela vai muito além do que o nome sugere. Na prática, trata-se de uma manobra de estabilização do sulco mamário, feita com suturas nos tecidos profundos da região — e que pode ser realizada com diferentes tipos de fios, como o fio farpado, por exemplo.

Mas o que poucas pacientes sabem é que, para além dessa técnica, existem outros recursos silenciosos e estratégicos que podem potencializar ainda mais a sua experiência com a cirurgia de prótese de mama.
Eles não são obrigatórios para um bom resultado. A base do sucesso continua sendo a técnica do cirurgião, o planejamento individualizado e a escolha adequada da prótese. No entanto, tecnologias como o fio farpado, o funil com ácido hialurônico e a cola cirúrgica com tela agregam um cuidado extra — que muitas vezes se traduz em mais segurança, mais conforto no pós-operatório e mais estabilidade no longo prazo.

A seguir, explico como cada uma dessas ferramentas pode fazer diferença no procedimento


Fio farpado: mais fixação e sustentação

Muito associado à técnica do “sutiã interno”, o fio farpado é um material que se “trava” automaticamente ao ser tracionado, por meio de microfarpas ao longo de sua extensão. Ele oferece maior capacidade de fixação dos tecidos internos, o que contribui para manter o implante na posição correta e reforça a sustentação da mama.

Funil com ácido hialurônico

O funil cirúrgico é um dispositivo que permite a introdução da prótese mamária sem contato com a pele da paciente, diminuindo o risco de microcontaminações e complicações como a contratura capsular. O funil revestido com ácido hialurônico ainda facilita o deslizamento do implante, tornando a inserção mais rápida, precisa e segura.

Cola cirúrgica com tela: cicatrização mais protegida

A cola cirúrgica com tela atua como um curativo tecnológico, que sela a incisão e ajuda a estabilizar a pele nos primeiros dias após a cirurgia. Sua função vai além do fechamento: ela reduz a tensão sobre os pontos e oferece maior conforto à paciente no pós-operatório. Com menos necessidade de curativos volumosos e menos trocas, o processo de recuperação se torna mais confortável.
Esses recursos representam uma nova camada de cuidado para quem deseja que cada etapa da sua cirurgia — do planejamento à cicatrização — seja pensada com critério, técnica e inovação.

Obs.: Neste vídeo mostro o fio farpado, o funil e a cola:

Dr. Pablo Rassi Florêncio
Cirurgião Plástico – Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica
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Dr Pablo Rassi. Cirurgião Plástico Goiânia
Autor: Pablo Rassi

Dr. Pablo Rassi Florêncio (CRM-GO 14677 | RQE 7719) é cirurgião plástico, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, Total Definer Master e certificado na técnica UGRAFT. Formado em Medicina pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), com residência médica em Cirurgia Geral e Cirurgia Plástica, é preceptor de Cirurgia Plástica no Hospital do Câncer Araújo Jorge, atuando em reconstrução de mama e face. Especialista em contorno corporal, cirurgia mamária, rinoplastia, rejuvenescimento facial e tecnologias de retração de pele, dedica-se à combinação de segurança, técnica avançada e cuidado personalizado com o paciente. Atende em Goiânia, Goianésia, Uruaçu e por te medicina.

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