Veja horários, locais e datas para visitação
Goiânia recebe uma série de exposições que movimentam o circuito artístico da cidade no mês de março e abril, reunindo artistas locais, nacionais e internacionais em diferentes espaços culturais. Entre mostras individuais e coletivas, a programação inclui desde reflexões sobre memória, corpo e identidade até revisões históricas do modernismo em Goiás e a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo.
As exposições estão em cartaz em locais como a Cerrado Galeria, o Museu de Arte Contemporânea de Goiás (MAC Goiás) e a Vila Cultural Cora Coralina, com entrada gratuita e visitação aberta ao público.

Disponível para visitação até: 11 de abril de 2026
Artista: Coletiva com Amaury Menezes, Ana Maria Pacheco, Antônio Poteiro, Caetano Somma, Cleber Gouvêa, D.J. Oliveira, Heleno Godoy, Goiandira do Couto, Gustav Ritter, Iza Costa, Juca de Lima, Luiz Curado, Maria Guilhermina, Miriam Inez da Silva, Nazareno Confaloni, Neusa Moraes, Octo Marques, Oswaldo Verano, Péclat de Chavannes, Reinaldo Barbalho, Roos, Sáida Cunha, Siron Franco, Vanda Pinheiro e Zofia Stamirowska. Curadoria de Divino Sobral.
Local: Cerrado Galeria – Rua 84, nº 61, Setor Sul, Goiânia (GO)
Horário de visitação: segunda a sexta-feira, das 10h às 19h; sábados, das 10h às 13h
Detalhes:
A mostra reúne cerca de 80 obras produzidas entre 1940 e 1979, com técnicas como pintura, escultura, gravura, fotografia e desenho. A curadoria apresenta um panorama do modernismo em Goiás a partir de artistas de Goiânia, Anápolis e da cidade de Goiás, destacando as relações institucionais e formativas que ajudaram a consolidar o circuito artístico local. A exposição integra o ciclo “Raízes Modernistas”, que abre o programa expositivo de 2026 da galeria. Entrada gratuita e classificação livre.

Disponível para visitação até: 19 de abril de 2026
Artista: Coletiva com 14 artistas de nove países (Brasil, Serra Leoa, Nigéria, África do Sul, Canadá, Reino Unido, China, Colômbia e Estados Unidos), incluindo Sallisa Rosa e o coletivo Sertão Negro. Curadoria em Goiânia de Thiago de Paula Souza.
Local: Museu de Arte Contemporânea de Goiás (MAC Goiás) – Centro Cultural Oscar Niemeyer, Goiânia (GO)
Horário de visitação: não informado no texto
Detalhes:
Mostra itinerante da 36ª Bienal de São Paulo apresentada pela primeira vez em Goiás. O recorte curatorial dialoga com o território goiano e propõe reflexões sobre humanidade, deslocamento e encontro cultural. Inspirada no poema “Da calma e do silêncio”, de Conceição Evaristo, a exposição destaca práticas artísticas que pensam a humanidade como ação em movimento. A programação inclui atividades educativas, visitas mediadas e encontros formativos. Entrada gratuita.

Disponível para visitação até: 29 de março de 2026
Artista: Coletiva com Michelli Bittar, Laís Rocha, Mah Ferreira, Bibi Ferreira, M. Francisca S.B., Angelina Polon e Gleici Sousa
Local: Sala Antônio Poteiro, Vila Cultural Cora Coralina – Goiânia (GO)
Horário de visitação: das 9h às 17h
Detalhes:
A exposição reúne 18 obras inéditas que exploram memórias, marcas e afetos a partir do corpo feminino entendido como espaço poético e político. Com curadoria inspirada no poema “Eu sou feita de retalhos”, de Cris Pizzimenti, a mostra organiza-se em quatro eixos: identidade feminina, corpo-paisagem, dispositivos de controle social e o espaço doméstico como território simbólico. As obras utilizam linguagens como fotografia, pintura, desenho, gravura, arte têxtil e objetos. Entrada gratuita e classificação indicativa de 12 anos.

Disponível para visitação até: 18 de março de 2026
Artista: Maria Clara Curti
Local: Sala Sebastião Barbosa, Vila Cultural Cora Coralina – Rua 23, esquina com Rua 3, Setor Central, Goiânia (GO)
Horário de visitação: todos os dias, das 9h às 16h (fechamento às 17h)
Detalhes:
Primeira exposição individual da artista, reunindo obras produzidas entre 2022 e 2026 em linguagens como pintura, fotografia, instalação, luminosos e objetos. A pesquisa investiga memória, vestígios e experiências íntimas, abordando temas como luto, histórias familiares e a materialização das lembranças no corpo e nos espaços. A exposição propõe um percurso que reflete sobre aquilo que permanece, o que se transforma e o que se perde ao longo do tempo. Entrada gratuita e classificação livre.
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Jornalista pós-graduada em Comunicação Organizacional e especialista em Cultura, Arte e Entretenimento. Com ampla experiência em assessoria de imprensa para eventos, também compôs redações de vários veículos de comunicação. Já atuou como agente de viagens e agora se aventura no cinema como roteirista de animação.
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