Procedimentos combinados auxiliam mulheres a se sentirem bem consigo mesmas após as mudanças físicas da gestação
Existe uma cena que se repete com frequência no consultório: mulheres que já são mães, que falam com orgulho da maternidade, mas que também expressam o desejo de voltarem a se reconhecer como mulheres, de se sentirem bem com o próprio corpo novamente. E aqui não falo sobre padrões ou corpos perfeitos, mas sim sobre o desejo de restaurar a autoestima, se sentir à vontade com seu par ou mesmo poder escolher uma peça de roupa com mais confiança.
A maternidade traz muitas mudanças físicas, como mamas com queda, perda de volume ou assimetria. A diástase abdominal, que acontece quando os músculos retos do abdômen se afastam durante a gestação, é outra queixa muito comum. Muitas mulheres, mesmo após emagrecer, continuam com o abdômen mais projetado e com a sensação de barriga inchada, por conta desse afastamento muscular. Se engana quem pensa que esse desejo legítimo está ligado apenas à vaidade; é muito mais profundo: tem a ver com identidade, com o se reconhecer novamente.
Eis que na década de 1990, nos Estados Unidos, surge o “Mommy Makeover” como um conjunto de procedimentos de cirurgia plástica pós-parto combinados, pensado para mulheres após a gravidez, com o objetivo de recuperar a forma corporal e a autoestima. A ideia inicial era reverter as alterações no corpo causadas pela gestação e a amamentação, como flacidez abdominal, mudanças nas mamas e alterações no contorno corporal. Tanto que os procedimentos mais comuns são: mamoplastia (que pode ser de aumento, redução ou mastopexia — retirada da pele excedente), abdominoplastia e lipoaspiração.
Cada mulher tem uma história, uma estrutura corporal e expectativas diferentes. Por isso, todo plano cirúrgico deve ser individualizado. Meu papel como cirurgião plástico especialista em cirurgia plástica é orientar com clareza sobre as melhores opções para alcançar um resultado seguro, harmonioso e natural. Por exemplo, tenho casos de mulheres que fizeram a colocação da prótese de silicone por via abdominal, por não apresentarem tanta flacidez na mama e desejarem aumentar o volume dos seios, tratando duas áreas com apenas um corte. Em outros casos, conseguimos fazer mastopexia submuscular em L, ou seja, com uma cicatriz mais reduzida.
Já com a abdominoplastia, conseguimos tratar de forma eficaz a diástase abdominal, por fazermos a plicatura dos músculos retos abdominais, corrigindo a flacidez e reposicionando a musculatura, o que devolve a firmeza à parede abdominal. Agora, se será um mini abdome ou abdominoplastia completa, essa decisão só é possível após a avaliação presencial.
Para quem quer melhorar ainda mais o contorno corporal, a lipoaspiração associada à cirurgia é uma importante aliada, especialmente nas regiões da cintura, flancos e costas. E quando realizada com tecnologias avançadas, como a lipoaspiração ultrassônica (SAFER) — que emulsifica a gordura, reduz o sangramento e aumenta a segurança — conseguimos otimizar ainda mais os resultados do procedimento. Também utilizamos tecnologias de retração de pele, como Argoplasma, Morpheus, Renuvion e BodyTite, que contribuem significativamente na melhora da flacidez da pele após a gestação.
Neste mês em que celebramos o Dia das Mães, é importante reforçar: buscar uma cirurgia plástica após a maternidade para se sentir bem não é egoísmo. Cuidar de si também faz parte da maternidade. Sentir-se segura, confiante e satisfeita com o próprio corpo é um passo importante para o bem-estar físico, emocional e para a autoestima da mulher.
Dr. Pablo Rassi Florêncio
Cirurgião Plástico – Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica
CRM-GO 14677 RQE 7719
Atendimentos: MedPlastic Consultórios – Goiânia
Goianésia | Uruaçu | Telemedicina
Meu contato: @drpablorassi | (62) 98281-7372
Este conteúdo é de total responsabilidade de seu colunista, que colabora de forma independente com o portal Gazeta Culturismo. Portanto, a Culturismo Comunicação Ltda não se responsabiliza pelos materiais apresentados por este autor.
Dr. Pablo Rassi Florêncio (CRM-GO 14677 | RQE 7719) é cirurgião plástico, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, Total Definer Master e certificado na técnica UGRAFT. Formado em Medicina pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), com residência médica em Cirurgia Geral e Cirurgia Plástica, é preceptor de Cirurgia Plástica no Hospital do Câncer Araújo Jorge, atuando em reconstrução de mama e face. Especialista em contorno corporal, cirurgia mamária, rinoplastia, rejuvenescimento facial e tecnologias de retração de pele, dedica-se à combinação de segurança, técnica avançada e cuidado personalizado com o paciente. Atende em Goiânia, Goianésia, Uruaçu e por te medicina.
Copyright © 2024 // Todos os direitos reservados.