Planetário da Universidade Federal de Goiás oferece sessões para diferentes faixas etárias durante todo o mês, com ingressos a partir de R$ 6
O Planetário da Universidade Federal de Goiás (UFG) – Juan Bernardino Marques Barrio, segue com programação especial de férias no mês de julho de 2026 com sessões diárias voltadas à divulgação científica e ao ensino de Astronomia. As apresentações ocorrem de segunda a sexta-feira, nos horários de 9h30, 11h, 14h30 e 16h, reunindo produções sobre o Sistema Solar, constelações, nebulosas, exploração espacial e educação ambiental. A iniciativa busca ampliar o acesso do público ao conhecimento científico por meio de experiências imersivas na cúpula de projeção.
Além da variedade de sessões, o espaço mantém um dos patrimônios mais importantes da astronomia brasileira: o projetor Zeiss Jena Spacemaster, considerado o equipamento da marca mais antigo ainda em funcionamento no país. Com mais de cinco décadas de atividades, o planetário combina ações de extensão universitária, formação de professores e divulgação científica, recebendo visitantes de diferentes idades ao longo do ano.
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Durante o mês de julho, as sessões acontecem em quatro horários fixos, permitindo que escolas, famílias e visitantes escolham apresentações adequadas para diferentes faixas etárias.
A bilheteria abre uma hora antes de cada sessão. Os ingressos custam R$ 12 (inteira) e R$ 6 (meia-entrada), com pagamento em dinheiro ou cartões de débito e crédito. Segundo a instituição, não há pagamento via PIX nesta programação.
Cada visitante poderá adquirir até cinco ingressos presencialmente. A capacidade máxima da sala é de 120 lugares.
A meia-entrada é destinada a:
A entrada é permitida para todas as idades. A UFG recomenda atenção no caso de crianças muito pequenas, já que as apresentações utilizam ambiente escuro e efeitos sonoros de maior intensidade. O local é climatizado, com temperatura próxima de 20°C, e não permite a entrada com alimentos, exceto água.
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A programação reúne produções voltadas tanto ao público infantil quanto a estudantes do ensino fundamental e médio. Entre os destaques estão:
Também integram o acervo do planetário sessões como “Descobrindo o Sistema Solar” e “O céu da Bandeira do Brasil”, que relaciona astronomia e história ao explicar a representação das estrelas presentes na bandeira nacional.
A programação do Planetário da UFG para as sessões entre 22 e 31 de julho, acontece da seguinte forma:
A história do planetário começou no fim da década de 1960, quando um pedido por um simples equipamento didático acabou resultando na chegada de um Planetário Zeiss Jena Spacemaster e de um telescópio Cassegrain à UFG, durante negociações entre o Ministério da Educação e a então Alemanha Oriental.
O prédio foi construído no Parque Mutirama, em Goiânia, por meio de parceria entre a universidade e a prefeitura municipal. A inauguração ocorreu em 23 de outubro de 1970, tendo o professor José Ubiratan de Moura como primeiro diretor.
Problemas estruturais provocaram infiltrações que danificaram o equipamento, levando ao fechamento do espaço em 1972. Após reforma e recuperação do projetor, o planetário voltou a funcionar em março de 1977.
Nas décadas seguintes, a instituição ampliou cursos de extensão, criou programas de formação em astronomia, inaugurou o Observatório Canopus e passou a integrar atividades acadêmicas ligadas ao ensino de Ciências.
Em 2004, durante a histórica aproximação de Marte com a Terra, o planetário recebeu 1.480 visitantes em uma única noite, um dos maiores públicos registrados em sua trajetória.
Outro marco ocorreu em 2005, quando sediou a décima reunião da Associação Brasileira de Planetários (ABP) e participou das primeiras iniciativas que garantiram recursos do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) destinados a planetários brasileiros.
Atualmente, o espaço leva o nome do professor Juan Bernardino Marques Barrio, que dirigiu a instituição e participou de sua modernização ao longo dos anos.
Segundo a própria UFG, as sessões foram desenvolvidas para apoiar o ensino de Ciências, Física, Geografia e História, utilizando recursos de projeção imersiva para facilitar a compreensão de fenômenos astronômicos.
Além de apresentar conceitos científicos, as produções abordam temas como preservação ambiental, cultura indígena, exploração espacial, história da ciência e formação do Universo, aproximando conteúdos curriculares da experiência prática dos visitantes.
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Jornalista especialista em Cultura, Arte e Entretenimento. Com ampla experiência em assessoria de imprensa para eventos, também compôs redações de vários veículos de comunicação. Já atuou como agente de viagens e agora se aventura no cinema como roteirista de animação. Editora e administradora do portal Gazeta Culturismo
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