Série alemã terá seis episódios finais e acompanhará a crise no casamento de Elisabeth e Francisco José após a guerra; relembre a história das duas primeiras temporadas e conheça a verdadeira imperatriz Sissi
A terceira e última temporada da série “A Imperatriz” estreia na Netflix em novembro de 2026. A produção alemã encerrará a história de Elisabeth da Áustria e do imperador Francisco José I em seis episódios, com conflitos conjugais, problemas de saúde e disputas políticas que ultrapassam os limites da corte de Viena.
Os novos capítulos mostrarão Francisco José, interpretado por Philip Froissant, traumatizado pelas consequências da Guerra da Sardenha, em 1859. Enquanto tenta ajudá-lo, Elisabeth, vivida por Devrim Lingnau Islamoğlu, enfrenta a infidelidade do marido e a resistência da família imperial.
A trama também apresenta o conde Gyula Andrássy, político húngaro que se aproxima da imperatriz, e acompanhará a partida de Maximiliano, irmão de Francisco José, para assumir o trono do México.
O trailer antecipa um período decisivo para Elisabeth, que terá de escolher entre seguir os próprios sentimentos e atender às responsabilidades de sua posição.
Inspirada na vida da imperatriz conhecida como Sissi, a série estreou em 2022 e conquistou reconhecimento internacional, incluindo o Emmy Internacional de Melhor Série Dramática em 2023.
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A 3ª temporada de “A Imperatriz” chega à Netflix em 12 de novembro de 2026, com lançamento mundial. Serão seis episódios, que concluirão a narrativa iniciada em setembro de 2022. A renovação para a terceira e última temporada foi anunciada em 27 de janeiro de 2025, depois da repercussão das duas primeiras partes.
Segundo a Netflix, a temporada de estreia permaneceu por cinco semanas consecutivas entre as dez produções de língua não inglesa mais assistidas da plataforma em todo o mundo. Já a segunda temporada entrou no Top 10 de 84 países e alcançou a liderança em dez deles.
O reconhecimento também veio da crítica. Em 2023, “A Imperatriz” venceu o Emmy Internacional de Melhor Série Dramática, premiação concedida à primeira temporada.
A história será retomada após a Guerra da Sardenha, também conhecida como Segunda Guerra de Independência Italiana, travada em 1859 entre o Império Austríaco e a aliança formada pelo Reino da Sardenha e pela França de Napoleão III.
Francisco José retorna do conflito profundamente abalado. A responsabilidade pelas perdas de milhares de soldados pesa sobre o imperador e interfere em sua relação com Elisabeth. A imperatriz tenta apoiá-lo e defender aquilo que considera melhor para o império, mas seus esforços não conseguem impedir o afastamento do casal.
A situação se agrava quando Francisco José mantém um relacionamento extraconjugal. A infidelidade amplia a crise matrimonial e deixa Elisabeth ainda mais isolada em um ambiente no qual já enfrenta resistência.
Ao mesmo tempo, sua saúde se deteriora. A combinação de problemas físicos, tensões familiares e pressões da corte a leva a deixar Viena e viajar para uma ilha distante em busca de recuperação. Durante essa jornada, Elisabeth conhece o conde Gyula Andrássy, interpretado por Dejan Bućin. Andrássy é líder do movimento revolucionário húngaro e seu encontro com a imperatriz é o início de uma forte atração intelectual e física.
O personagem terá importância tanto na trajetória pessoal de Elisabeth quanto nas questões políticas envolvendo a Hungria, território que mantinha uma relação complexa com a monarquia austríaca.
A aproximação entre os dois, porém, precisa ser distinguida da história real. Elisabeth e Andrássy realmente desenvolveram uma relação de amizade e afinidade política, mas não há comprovação conclusiva de que tenham vivido um romance.
Outro núcleo importante da temporada final da série “A Imperatriz” será o de Maximiliano, irmão mais novo de Francisco José, interpretado por Johannes Nussbaum. Ele partirá com a esposa, Marie, vivida por Josephine Thiesen, para assumir o trono imperial do México.
O acontecimento tem origem histórica real. Maximiliano da Áustria tornou-se imperador do México em 1864, em um projeto monárquico apoiado pela França de Napoleão III e por setores conservadores mexicanos. Sua esposa era Carlota da Bélgica, também chamada de Marie Charlotte.
A trajetória do casal esteve ligada à intervenção francesa no México e às disputas entre monarquistas e republicanos. Maximiliano acabou capturado pelas forças republicanas e executado em 1867. Na série, o destino dos personagens ainda será desenvolvido nos episódios finais.
A plataforma também antecipa que Elisabeth enfrentará uma decisão relacionada ao futuro de sua vida pessoal e à responsabilidade que acredita ter com a população do império.
O desfecho da terceira temporada ainda não foi divulgado e, apesar de diversos momentos serem considerados bem próximos da realidade, a série “A Imperatriz” é uma releitura da história.
A temporada final mantém os principais intérpretes da série e acrescenta personagens ligados aos acontecimentos políticos do século XIX. Entre os nomes confirmados estão:
A criadora Katharina Eyssen continua como responsável principal pelos roteiros e pela condução criativa da série, com participação de Elena von Saucken na escrita. Robert Eyssen, Jochen Laube, Fabian Maubach, Katharina Eyssen e Scarlett Lacey integram a produção executiva. A direção dos episódios é assinada por Florian Cossen e Julia Langhof.
A produção é da Sommerhaus Serien, com gravações realizadas na Baviera, na República Tcheca e na Espanha, locais de filmagem, diferentes dos cenários da história, que inclui acontecimentos ambientados em Viena, Hungria, Prússia e México.
*Atenção: os resumos das duas primeiras temporadas contêm spoilers*
Lançada em 29 de setembro de 2022, a primeira temporada apresenta Elisabeth como uma jovem da aristocracia bávara que prefere a liberdade da vida familiar às formalidades da nobreza. Sua trajetória muda quando acompanha a mãe e a irmã mais velha, Helena, a um encontro com o imperador Francisco José I, em Bad Ischl.
A intenção da família era aproximar Helena do monarca, com a possibilidade de um casamento. Francisco José, entretanto, se encanta por Elisabeth e decide escolhê-la como esposa. A união transforma a adolescente de 16 anos em imperatriz da Áustria.
O relacionamento, inicialmente marcado pela paixão, passa a enfrentar dificuldades quando Elisabeth chega à corte de Viena. A jovem encontra um ambiente dominado por protocolos rígidos, regras de comportamento e interferências constantes em sua vida pessoal.
Sua principal adversária dentro do palácio é a arquiduquesa Sofia, mãe de Francisco José, que exerce grande influência sobre o imperador e procura controlar a adaptação da nora às obrigações da monarquia.
Elisabeth resiste às limitações impostas pela corte e tenta conquistar autonomia, mas suas atitudes provocam atritos com a família imperial. Enquanto isso, Francisco José enfrenta tensões políticas e ameaças à estabilidade de seu governo.
A série também acompanha as ambições de Maximiliano, irmão do imperador, que se sente colocado em segundo plano e questiona a autoridade de Francisco José.
Outro núcleo importante envolve Leontine, uma mulher que se infiltra na corte utilizando uma identidade falsa. Sua presença aproxima a narrativa das tensões sociais e dos movimentos de oposição à monarquia.
Os conflitos entre Elisabeth e Francisco José aumentam à medida que ela percebe que o casamento não lhe garantiu a liberdade que imaginava.
Nos episódios finais, a arquiduquesa Sofia pressiona a jovem a deixar Viena e retornar à Baviera. Elisabeth se prepara para partir, mas descobre que está grávida. Diante de uma multidão reunida nas proximidades do palácio, decide se aproximar das pessoas e anunciar publicamente a gravidez.
A primeira temporada termina com essa revelação, deixando em aberto as consequências para o casamento e para a permanência de Elisabeth na corte.
A segunda temporada estreou em 22 de novembro de 2024 e aprofundou os conflitos familiares e políticos apresentados nos primeiros episódios. Depois da crise inicial, Elisabeth e Francisco José tentam reconstruir o relacionamento, mas a pressão para garantir um herdeiro masculino aumenta.
A sucessão ao trono é tratada como uma prioridade política, e a imperatriz passa a enfrentar cobranças relacionadas à maternidade.
O nascimento de uma segunda menina não atende ao desejo da corte de assegurar a continuidade masculina da dinastia. Ao mesmo tempo, Elisabeth continua em conflito com a arquiduquesa Sofia, que interfere na educação das netas e considera a nora despreparada para determinadas responsabilidades.
A situação familiar se transforma quando Sofia, primeira filha do casal, adoece durante uma viagem à Hungria e morre aos 2 anos. A perda provoca uma ruptura emocional na vida da imperatriz e afeta seu relacionamento com Francisco José.
Elisabeth enfrenta o luto enquanto precisa continuar desempenhando suas obrigações públicas. A experiência também modifica sua relação com a maternidade e intensifica o desejo de participar das decisões sobre a criação dos filhos.
Paralelamente, o imperador precisa lidar com o agravamento das tensões nos territórios italianos sob domínio austríaco. Os conflitos envolvendo a Lombardia e o Reino da Sardenha ameaçam provocar uma guerra de grandes proporções.
Francisco José tenta preservar a autoridade imperial, mas enfrenta resistência política e militar. A temporada também desenvolve os conflitos envolvendo Maximiliano, cuja relação com o irmão permanece marcada por disputas de poder e ressentimentos.
Nos episódios finais, a pressão pela sucessão e o agravamento do conflito militar se tornam decisivos. Elisabeth enfrenta dificuldades relacionadas a uma nova gravidez e ao parto, enquanto o imperador precisa tomar decisões sobre a participação da Áustria na guerra.
O encerramento mostra Francisco José partindo para o campo de batalha, deixando a situação militar e as consequências pessoais de sua decisão em aberto.
A terceira temporada retomará a narrativa após a Guerra da Sardenha, quando o imperador retorna traumatizado pelas perdas sofridas no conflito.
A Netflix anunciou em 27 de janeiro de 2025 que a terceira temporada encerraria a série. No comunicado, a criadora Katharina Eyssen destacou a oportunidade de concluir a história ao lado da equipe e do elenco que participaram da produção.
A decisão estabelece um fim para a narrativa televisiva, mas não significa que todos os acontecimentos da vida real de Elisabeth serão necessariamente retratados.
A imperatriz viveu até 1898, décadas depois da Guerra da Sardenha e dos acontecimentos políticos que servirão de contexto para a última temporada.
Sim. “A Imperatriz” é inspirada na trajetória de Elisabeth da Áustria, conhecida como Sissi, que viveu entre 1837 e 1898.
O casamento com Francisco José I, os conflitos com a arquiduquesa Sofia, a morte da primeira filha e a relação política com a Hungria são acontecimentos ligados à história da família imperial.
A produção também utiliza fatos históricos como a Guerra da Sardenha e a ascensão de Maximiliano ao trono mexicano.
Entretanto, a série não é um documentário. Os roteiros adaptam personagens e episódios reais, acrescentando diálogos, situações e relações pessoais que não necessariamente possuem comprovação histórica.
A possível atração amorosa entre Elisabeth e o conde Andrássy, apresentada na terceira temporada, é um exemplo dessa liberdade narrativa. Embora os dois tenham mantido uma relação próxima, não existem provas conclusivas de que tenham sido amantes.
Elisabeth Amalie Eugenie nasceu em 24 de dezembro de 1837, em Munique, na Baviera, região que atualmente integra a Alemanha. Era filha do duque Maximiliano José da Baviera e da princesa Ludovica, integrante da família real bávara.
Embora pertencesse à aristocracia, teve uma infância relativamente livre em comparação com a educação tradicional de mulheres destinadas a integrar famílias reinantes. Passava temporadas em propriedades familiares e desenvolveu interesse pela natureza, pelos animais e pelas atividades ao ar livre.
A equitação se tornou uma de suas grandes paixões, hábito que continuaria cultivando durante a vida adulta. Sua personalidade e o desconforto com as formalidades sociais acabariam entrando em conflito com as exigências da corte austríaca.
Em 1853, Elisabeth acompanhou a mãe e a irmã Helena a Bad Ischl, onde a família se encontrou com o imperador Francisco José I. A intenção inicial era favorecer uma aproximação matrimonial entre Helena e o monarca. Francisco José, porém, demonstrou interesse por Elisabeth.
Os dois se casaram em 24 de abril de 1854, em Viena, quando ela tinha 16 anos. O casamento colocou a jovem no centro da monarquia dos Habsburgo, uma das dinastias mais influentes da Europa.
A adaptação à nova vida foi difícil. Elisabeth encontrou uma corte marcada por protocolos rígidos, vigilância constante e pouca privacidade. Sua relação com a arquiduquesa Sofia tornou-se especialmente complicada. A mãe do imperador exercia influência sobre decisões familiares e participava diretamente da educação dos netos.
O projeto histórico Die Welt der Habsburger, dedicado à história da dinastia, descreve os primeiros anos do casamento como um período de grande sofrimento para Elisabeth, que passou a se afastar progressivamente da vida na corte.
O casal teve quatro filhos, mas apenas três chegaram à idade adulta. A primeira foi Sofia, nascida em 5 de março de 1855, que morreu em 29 de maio de 1857, aos 2 anos e quase 3 meses, durante uma viagem da família à Hungria. De acordo com fontes históricas, a causa da morte foi uma doença intestinal.
A segunda filha, Gisela, nasceu em 1856 e viveu até 1932. Em 1858, nasceu Rodolfo, único filho homem do casal e herdeiro do trono austríaco.
A caçula, Maria Valéria, nasceu em 1868, dez anos depois do irmão. A morte de Sofia afetou profundamente Elisabeth, que já enfrentava dificuldades para participar da criação das crianças.
Na corte austríaca, era comum que os filhos de integrantes da família imperial fossem educados por governantas e tutores. A arquiduquesa Sofia também considerava Elisabeth jovem e inexperiente para assumir integralmente a educação dos filhos, o que contribuiu para os conflitos familiares.
A chegada de Rodolfo garantiu um herdeiro masculino, mas não resolveu as dificuldades do casamento. Com o passar dos anos, Elisabeth passou a permanecer por períodos cada vez maiores longe de Viena.
Apesar de não exercer funções de governo equivalentes às do imperador, Elisabeth desenvolveu interesse pela situação política da Hungria. Ela estudou o idioma húngaro, aproximou-se de representantes do território e estabeleceu uma relação de amizade e afinidade política com Gyula Andrássy.
O vínculo ganhou importância em um período de dificuldades para o Império Austríaco. Depois de conflitos internos e derrotas militares, a monarquia precisou reorganizar suas relações com os húngaros.
Em 1867, foi firmado o Compromisso Austro-Húngaro, acordo que deu origem à monarquia dual da Áustria-Hungria. O império passou a funcionar com duas estruturas políticas vinculadas ao mesmo soberano, com instituições próprias e determinadas áreas de administração compartilhada.
Francisco José tornou-se também rei da Hungria, enquanto Elisabeth recebeu o título de rainha. A simpatia da imperatriz pelos húngaros e sua influência pessoal junto ao marido contribuíram para a aproximação entre as partes.
Andrássy, que havia participado do movimento nacional húngaro, tornou-se o primeiro-ministro da Hungria após o compromisso de 1867.
A proximidade entre ele e Elisabeth alimentou rumores sobre um possível relacionamento amoroso. Entretanto, os registros históricos conhecidos não permitem afirmar que tenham sido amantes.
Elisabeth tornou-se uma figura admirada por sua aparência, especialmente depois da divulgação de retratos produzidos pelo pintor Franz Xaver Winterhalter. Seus cabelos longos, penteados elaborados e vestidos passaram a fazer parte da imagem pública associada à imperatriz.
Ela mantinha uma rotina intensa de atividades físicas e cuidados pessoais. Praticava equitação, realizava longas caminhadas e dedicava atenção especial à aparência. Também desenvolveu grande interesse por viagens, literatura e poesia.
Apesar da imagem idealizada que se formou ao redor da monarquia, sua vida pessoal foi marcada por dificuldades. Elisabeth demonstrava desconforto com as obrigações públicas, procurava preservar sua privacidade e frequentemente deixava Viena por longos períodos.
Passou temporadas em lugares como Madeira e Corfu, buscando descanso, recuperação da saúde e maior liberdade pessoal.
Seu comportamento contrastava com as convenções da aristocracia do século XIX, especialmente em uma época em que as mulheres da família imperial tinham pouca autonomia sobre a própria rotina.
Em 1889, Elisabeth sofreu uma das perdas mais devastadoras de sua vida. Seu único filho homem, Rodolfo, morreu aos 30 anos, no episódio conhecido como Tragédia de Mayerling.
O herdeiro do trono foi encontrado morto ao lado de Mary Vetsera, uma jovem com quem mantinha um relacionamento.
A interpretação predominante entre os historiadores é que Rodolfo matou Mary e depois tirou a própria vida, em 30 de janeiro de 1889, no pavilhão de caça de Mayerling, próximo a Viena.
Mesmo que essa seja a explicação mais aceita, determinadas circunstâncias do episódio permanecem discutidas por pesquisadores.
Na época, a família imperial procurou controlar a divulgação das informações sobre a tragédia, principalmente devido às consequências políticas e religiosas da morte do herdeiro. Francisco José determinou posteriormente a transformação do pavilhão de caça em um convento.
A morte de Rodolfo também alterou a linha de sucessão da monarquia austríaca. Para Elisabeth, a perda representou outro período de profundo sofrimento. A imperatriz passou a se afastar ainda mais das atividades públicas e intensificou suas viagens. O luto tornou-se uma característica marcante dos últimos anos de sua vida.
A história de Sissi terminou em 10 de setembro de 1898, em Genebra, na Suíça, quando ela tinha 60 anos. Elisabeth estava na cidade acompanhada de sua dama de companhia, a condessa Irma Sztáray.
Enquanto caminhava em direção a uma embarcação no lago de Genebra, foi atacada pelo anarquista italiano Luigi Lucheni. O agressor utilizou uma lima de metal afiada para atingir o peito da imperatriz.
Inicialmente, Elisabeth não percebeu a gravidade do ferimento e conseguiu continuar caminhando. Pouco depois, já na embarcação, perdeu as forças e desmaiou. A lesão havia atingido seu coração e provocou sua morte.
Lucheni não tinha uma relação pessoal com a imperatriz. Seu objetivo era assassinar uma figura da aristocracia europeia como forma de realizar um atentado de repercussão política.
O corpo de Elisabeth foi levado para Viena, onde ela foi sepultada na Cripta Imperial, local de descanso de integrantes da dinastia Habsburgo. A morte provocou repercussão internacional e contribuiu para transformar Sissi em uma das personagens mais conhecidas da história europeia.
Nas décadas seguintes, sua trajetória inspirou livros, filmes e produções televisivas. Entre as adaptações mais conhecidas estão os filmes estrelados por Romy Schneider na década de 1950 e a série “A Imperatriz”, da Netflix, que apresenta uma interpretação contemporânea de sua vida.
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Jornalista especialista em Cultura, Arte e Entretenimento. Com ampla experiência em assessoria de imprensa para eventos, também compôs redações de vários veículos de comunicação. Já atuou como agente de viagens e agora se aventura no cinema como roteirista de animação. Editora e administradora do portal Gazeta Culturismo
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