Capital da Dinamarca voltou a ocupar o primeiro lugar entre 173 cidades avaliadas pela Economist Intelligence Unit em índice global de habitabilidade
Copenhague, capital da Dinamarca, foi eleita pelo segundo ano consecutivo a cidade com a melhor qualidade de vida do mundo, segundo o Índice Global de Habitabilidade 2026, elaborado pela Economist Intelligence Unit (EIU), divisão de pesquisa e análise do The Economist Group. O levantamento avaliou 173 cidades com base em indicadores de estabilidade, saúde, educação, cultura, meio ambiente e infraestrutura, considerados essenciais para medir as condições de vida da população e a habitabilidade dos centros urbanos.
Além de destacar o desempenho das cidades mais bem avaliadas, o relatório também aponta mudanças no cenário global, indicando que conflitos geopolíticos e crises regionais continuam afetando a qualidade de vida em diversas partes do mundo, enquanto investimentos em saúde têm impulsionado avanços em países asiáticos.
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Segundo a EIU, Copenhague alcançou pontuação máxima nos indicadores de estabilidade, educação e infraestrutura, fatores que tiveram peso decisivo para garantir a primeira colocação.
O estudo também destaca que a cidade apresenta elevado desempenho em cultura, meio ambiente e na oferta de serviços públicos, características frequentemente associadas aos altos índices de qualidade de vida observados na capital dinamarquesa.
O Índice Global de Habitabilidade é publicado anualmente pela Economist Intelligence Unit e avalia 173 cidades com base em 30 indicadores distribuídos em cinco grandes categorias:
Cada indicador recebe uma pontuação que varia conforme as condições oferecidas pela cidade. A soma desses critérios resulta na classificação geral utilizada como referência internacional sobre qualidade de vida urbana.


1. Damasco, Síria
2. Trípoli, Líbia
3. Daca, Bangladesh
4. Karachi, Paquistão
5. Argel, Argélia
6. Lagos, Nigéria
7. Porto Moresby, Papua Nova-Guiné
8. Kiev, Ucrânia
9. Harare, Zimbábue
10. Teerã, Irã
No Brasil, o levantamento avaliou Rio de Janeiro, São Paulo e Manaus. Entre elas, o Rio de Janeiro aparece na 108ª posição do ranking global. A pesquisa não coloca nenhuma cidade brasileira entre as primeiras colocações, refletindo desafios relacionados principalmente à estabilidade, infraestrutura e qualidade dos serviços urbanos quando comparados às cidades que lideram o índice.
Apesar de a média global de habitabilidade permanecer praticamente inalterada em relação ao levantamento anterior, a EIU afirma que esse resultado esconde diferenças importantes entre as regiões.
No relatório, a instituição informa que conflitos internacionais continuam reduzindo os índices de estabilidade em diversas cidades. Ao mesmo tempo, investimentos contínuos em sistemas de saúde contribuíram para a melhora dos resultados em parte da Ásia.
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